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O QUE PEDRO PALMA DISSE

 

“Sou ateu. Acho que o Homem não é uma criação de Deus, muito pelo contrário, Deus sim, é uma criação do Homem.” (1977)

“Houve uma altura da minha vida que não tinha a certeza do que queria fazer, se desenhar se escrever. Optei pelo desenho mas durante o liceu ganhei vários prémios em poesia.” (1983)
(Pedro Palma é jornalista profissional desde 1992. Hoje faz as duas coisas, desenha, pinta, escreve e ainda faz fotojornalismo).

“Lembro-me que tinha 14 anos quando fiz a primeira caricatura. O visado era Richard Nixon.” (1983)

“Tive de matar muitas paixões em defesa do meu trabalho.” (1983)

“Já gostei de trabalhar durante a noite. Era muito desgastante. Agora prefiro começar logo de manhã, quando o dia nasce.” (1985)

“Não me falem em fazer uma exposição individual. Morro de medo só de pensar nisso.” (1986)

“Fumo um maço e meio de cigarros por dia. Dá-me prazer fumar. Detesto antitabagistas. Aliás, detesto tudo o que seja anti.” (1987)

“Gosto muito de comer e beber bem. Colecciono vinhos tintos.” (1989)

“Sinto-me mal quando alguém ri com um cartoon meu. Um sorriso suporto bem.” (1989)

“Quando trabalho sofro tanto quanto me divirto. Por vezes é mesmo muito doloroso desenhar um cartoon, mas se resulta o prazer é tremendo.” (1989)

“Uma vez, num dia só, rasguei oitenta originais. Dos quase cinco mil que desenhei devo ter para aí uns quinhentos. Só guardo os que gosto mesmo. (1990)

“Respeito os judeus como respeito qualquer outra religião mas acho que estes têm a memória, convenientemente, curta. Só se lembram do Holocausto.” (1992)

“Nunca vi tantos presos juntos num espaço tão pequeno. Dois ou três prisioneiros agarravam-se, com unhas e dentes, às grades da única janela para apanharem um pouco de sol” (1994 quando foi detido como espião e levado para a Guarnição Militar de Luanda)

“Costumo dizer que só há dois lugares no mundo onde gostaria, realmente, de viver: aqui em Cascais ou em Nova Iorque.” (2000)

“Eu sou free lancer em tudo na vida. Independência é um valor que eu não negoceio!” (2002)

“Alguma vez «segurou a mão» por impedimento moral (ou outro)?”

“— Obviamente. Termos a capacidade de dominar uma técnica (o desenho) não nos dá o direito de nos masturbarmos em público!” Em entrevista à Periférica (2002)

“A maior parte dos cartoonistas portugueses não são mais do que fazedores de bonecos e os jornais adoram bonecos” (2002)

“Quando escrevi a série O Sexo e a Cidade (título assumidamente copiado) para a Central FM, de Leiria, investiguei sobre sexo na internet e cheguei a uma conclusão: somos todos depravados. Uns mais outros menos.” (2003)

“Ao fazer seiscentos quilómetros, durante a noite, com um motorista curdo, senti algum medo. Acho que foi a única vez que senti medo.” (2003) Pedro Palma fez a cobertura da Guerra do Iraque como Enviado Especial do Diário de Notícias.

“Passei três Check Points militares, sem credenciais, até chegar à fronteira iraquiana. Os jornalistas da BBC não acreditaram que o tivesse conseguido. Um dia contarei como foi o Luís Figo que evitou que eu fosse preso.” (2003)

“Sou um Outsider, não só «da Tinta-da-china» como me chamou a revista Periférica mas em tudo. Ando sempre em sentido contrário. E se umas vezes isso é bom, outras é mesmo muito mau. (2004)
 

 

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